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Alunos que precisam cursar apenas algumas disciplinas para terminar cursos superiores nas universidades particulares reclamam que algumas instituições de Campo Grande estariam cobrando a mais na rematrícula de disciplinas. Segundo eles, é cobrado o pagamento equivalente a uma matrícula integral, mesmo quando o estudante precisa fazer apenas uma disciplina.

Um dos alunos que se dizem lesados, Gabriel Novaes, 27, relata que está no último ano de Engenharia da Computação, faltando apenas uma disciplina para se formar. O problema é que no momento de realizar a matrícula, a universidade onde ele estudou, Anhanguera-Uniderp, estaria solicitando o pagamento de R$ 705, valor da matrícula total do curso. Para concluir o curso, ele terá que fazer um empréstimo.

“A universidade falou apenas que essa é uma ‘norma da empresa’. Eu não tenho como pagar esse valor total, por isso ainda não consegui me matricular na única matéria que ainda preciso cumprir”, reclama.

Se não há débito anterior, é irregular

O Procon diz que a regra nestes casos é simples. Lamartine Ribeiro, superintendente do órgão, explica que caso falte apenas uma disciplina e o estudante não possua nenhum débito em aberto com a universidade, a cobrança integral de uma taxa de matrícula é ilegal. “Se o aluno não tem nenhum débito anterior com a instituição de ensino, este valor está sendo cobrado irregularmente”, garante.

Um ex-aluno do ensino superior, que não quis se identificar, confirma a cobrança. “Faltava só uma disciplina para eu me formar, cobraram de mim R$ 509 no ato da matrícula, mas na verdade o valor da mensalidade era só de 50 ou 60 reais”, afirmou o hoje analista de sistema.

Inconformado, o jovem ainda protesta: “falaram pra mim que ia ser abatido mês a mês o valor da mensalidade. Mas eu me formei e não me devolveram nem uns 70 reais. Falei com o setor financeiro deles, me informaram que iam ressarcir o dinheiro, mas até agora nada”.

A Anhanguera-Uniderp se limitou a declarar em nota oficial que as alterações nos valores pagos para cursar disciplinas isoladas podem ser causadas por situações de alunos que possuíem dependências ou adaptações. O ex-aluno afirmou também que, na época da matrícula, não tinha nenhum débito com a instituição, pagando todas as mensalidades em dia.

Já a UCDB garantiu que não pratica a cobrança irregular. Segundo a instituição, o valor de matrícula para quem precisar fazer apenas uma ou duas disciplinas, é proporcional ao número de aulas que serão oferecidas no semestre.

O acadêmico André Germano, de 29 anos, que está no nono semestre do curso de Direito da Anhanguera/Uniderp, precisou recorrer à PM (Polícia Militar) para poder entrar na instituição nesta noite.
Com as mensalidades em dia, André alega que desde a semana passada tem enfrentado situação constrangedora ao tentar entrar na universidade.
Ele procurou a secretaria para tentar resolver o imbróglio e foi informado de que possui pendência financeira.
Segundo o acadêmico, sua mensalidade, desde quando começou a estudar na instituição, ficou acordada em R$ 634. No entanto, entre setembro e outubro do ano passado, André foi surpreendido com cobrança de R$ 980, que se repetiu em mais duas outras mensalidades.
André pagou as três mensalidades, questionou a universidade que, segundo ele, prometeu corrigir os valores. Como nada foi feito, o acadêmico não insistiu e entrou com ação de restituição de pagamento indevido, cumulado com consignação em pagamento e danos morais.
“A universidade terá de me devolver essas três mensalidades em dobro, fora o valor da ação por danos morais, que cabe ao juiz decidir”, relatou.
Na semana passada, o acadêmico já teve sua entrada negada na catraca e procurou a secretaria. “Eles não resolveram nada”, reforçou.
Como hoje a catraca novamente emperrou com seu cartão, André conversou com o segurança, mostrou cópia da ação e obtendo negativa do funcionário, entrou em contato com a polícia, até porque tem respaldo em determinação judicial para solicitar esse tipo de reforço. Policiais do 9º BPM (Batalhão de Polícia Militar) foram até a universidade e pediram para falar com o coordenador do curso, Marcelo Salomão, que prontamente colocou o estudante para dentro do local.
“Recebi ameaças via e-mail de que meu nome iria para o SPC e Serasa e que haveria cobrança judicial. Me senti lesado e decidi entrar na Justiça”, esclarece o estudante.
Em contato com o Campo Grande News, a assessoria de imprensa da Uniderp, a princípio, divulgou que o acadêmico não havia efetuado a matrícula. Em contrapartida, Germano alega que a matrícula foi feita.

O acadêmico André Germano, de 29 anos, que está no nono semestre do curso de Direito da Anhanguera/Uniderp, precisou recorrer à PM (Polícia Militar) para poder entrar na instituição nesta noite.
Com as mensalidades em dia, André alega que desde a semana passada tem enfrentado situação constrangedora ao tentar entrar na universidade. Ele procurou a secretaria para tentar resolver o imbróglio e foi informado de que possui pendência financeira.
Segundo o acadêmico, sua mensalidade, desde quando começou a estudar na instituição, ficou acordada em R$ 634. No entanto, entre setembro e outubro do ano passado, André foi surpreendido com cobrança de R$ 980, que se repetiu em mais duas outras mensalidades.
André pagou as três mensalidades, questionou a universidade que, segundo ele, prometeu corrigir os valores. Como nada foi feito, o acadêmico não insistiu e entrou com ação de restituição de pagamento indevido, cumulado com consignação em pagamento e danos morais.
“A universidade terá de me devolver essas três mensalidades em dobro, fora o valor da ação por danos morais, que cabe ao juiz decidir”, relatou.
Na semana passada, o acadêmico já teve sua entrada negada na catraca e procurou a secretaria. “Eles não resolveram nada”, reforçou.

Como hoje a catraca novamente emperrou com seu cartão, André conversou com o segurança, mostrou cópia da ação e obtendo negativa do funcionário, entrou em contato com a polícia, até porque tem respaldo em determinação judicial para solicitar esse tipo de reforço. Policiais do 9º BPM (Batalhão de Polícia Militar) foram até a universidade e pediram para falar com o coordenador do curso, Marcelo Salomão, que prontamente colocou o estudante para dentro do local.
“Recebi ameaças via e-mail de que meu nome iria para o SPC e Serasa e que haveria cobrança judicial. Me senti lesado e decidi entrar na Justiça”, esclarece o estudante.
Em contato com o Campo Grande News, a assessoria de imprensa da Uniderp, a princípio, divulgou que o acadêmico não havia efetuado a matrícula. Em contrapartida, Germano alega que a matrícula foi feita.

Fonte: http://www.campogrande.news.com.br/canais/view/?canal=8&id=283287

Através de nota encaminhada ao Campo Grande News, a assessoria de imprensa da Anhanguera/Uniderp informa que possui uma Central de Relacionamento para atendimento de solicitações relativas a procedimentos e emissão de documentos referentes à vida acadêmica dos estudantes.
Isso, porque na manhã de hoje, conforme noticiado no site, o primeiro dia letivo na instituição foi marcado por reclamações de alunos que afirmaram não conseguir frequentar as aulas.
Dois casos foram citados na reportagem: o de Marlene Loureiro de Almeida, 57 anos, que disse ter renegociado as pendências do curso de Direito com cheques pré-datados, que acabaram sendo extraviados e por isso acabou sendo impedida de entrar na instituição e o de Paulo Henrique Gomes de Assis Junior, bolsista do Prouni (Programa Universidade para Todos), que por falta de turma não pôde cursar Direito ano passado, efetuou a matrícula e hoje não conseguiu entrar no local.
A Uniderp esclarece que não houve extravio de cheques relativos às parcelas de negociação e que a situação dos dois acadêmicos já foi resolvida.
Ainda de acordo com a assessoria da instituição, para garantir a segurança e integridade da comunidade acadêmica, a entrada de pessoas nos campus é controlada: alunos regularmente matriculados utilizam cartão de acesso, funcionários e professores possuem cartões de identificação e visitantes devem se identificar na recepção central.
Em dezembro do ano passado, os acadêmicos foram informados sobre a necessidade de regularizar a matrícula, segundo a assessoria. Por isso, a Uniderp disponibiliza, inclusive planos facilitados para negociação de débitos anteriores.
Para realizar os procedimentos de matrícula é disponibilizada infra-estrutura e recursos humanos que auxiliam os estudantes a resolverem as questões em um menor intervalo de tempo possível, de acordo com a nota à imprensa. Mas como muitos estudantes procuraram a instituição para regularizar a situação só nesta segunda-feira, aconteceu uma sobrecarga na Central de Relacionamento, conforme especificou a assessoria de imprensa.
Na manhã desta segunda-feira, a reportagem do Campo Grande News constatou lotação na sala de atendimento aos universitários. A reclamação geral era pertinente a questões envolvendo matrículas.

Através de nota encaminhada ao Campo Grande News, a assessoria de imprensa da Anhanguera/Uniderp informa que possui uma Central de Relacionamento para atendimento de solicitações relativas a procedimentos e emissão de documentos referentes à vida acadêmica dos estudantes.
Isso, porque na manhã de hoje, conforme noticiado no site, o primeiro dia letivo na instituição foi marcado por reclamações de alunos que afirmaram não conseguir frequentar as aulas.
Dois casos foram citados na reportagem: o de Marlene Loureiro de Almeida, 57 anos, que disse ter renegociado as pendências do curso de Direito com cheques pré-datados, que acabaram sendo extraviados e por isso acabou sendo impedida de entrar na instituição e o de Paulo Henrique Gomes de Assis Junior, bolsista do Prouni (Programa Universidade para Todos), que por falta de turma não pôde cursar Direito ano passado, efetuou a matrícula e hoje não conseguiu entrar no local.
A Uniderp esclarece que não houve extravio de cheques relativos às parcelas de negociação e que a situação dos dois acadêmicos já foi resolvida.
Ainda de acordo com a assessoria da instituição, para garantir a segurança e integridade da comunidade acadêmica, a entrada de pessoas nos campus é controlada: alunos regularmente matriculados utilizam cartão de acesso, funcionários e professores possuem cartões de identificação e visitantes devem se identificar na recepção central.
Em dezembro do ano passado, os acadêmicos foram informados sobre a necessidade de regularizar a matrícula, segundo a assessoria. Por isso, a Uniderp disponibiliza, inclusive planos facilitados para negociação de débitos anteriores.
Para realizar os procedimentos de matrícula é disponibilizada infra-estrutura e recursos humanos que auxiliam os estudantes a resolverem as questões em um menor intervalo de tempo possível, de acordo com a nota à imprensa. Mas como muitos estudantes procuraram a instituição para regularizar a situação só nesta segunda-feira, aconteceu uma sobrecarga na Central de Relacionamento, conforme especificou a assessoria de imprensa.
Na manhã desta segunda-feira, a reportagem do Campo Grande News constatou lotação na sala de atendimento aos universitários. A reclamação geral era pertinente a questões envolvendo matrículas.

Fonte: http://www.campogrande.news.com.br/canais/view/?canal=8&id=283289

Anhanguera Educacional Participações estaria interessada no centro universitário.

Aos gritos de “educação não é mercadoria”, centenas de alunos do Centro Universitário Ritter do Reis (Uniritter) promoveram um protesto na noite desta segunda-feira no campus de Porto Alegre contra a possível venda do controle da entidade para a Anhanguera Educacional Participações. Os alunos convocaram a manifestação por meio de comunidades e listas de discussões na internet.

Fernando Carlosso, presidente do Diretório Central dos Estudantes (DCE) do Uniritter, explica que os alunos temem uma queda na qualidade de ensino. A argumentação é de que, para ampliar lucros, a nova mantenedora reduziria investimentos e aumentaria o número de alunos por sala.

A informação de que a Anhanguera estaria interessada nas operações da Uniritter circula desde a semana passada no meio acadêmico da Capital. O negócio, no entanto, não é confirmado pela reitoria do centro universitário, que não pretende se pronunciar sobre o tema até o final desta semana.

O Uniritter tem campi em Canoas e em Porto Alegre.

FONTE: http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default.jsp?newsID=a2127038.xml&tab=00014&uf=1

PROTESTEM MESMO, POIS SE A NEGOCIAÇÃO FOR CONCRETIZADA VC´S ESTÃO ENROLADOS!

É TRISTE MAS É REAL.

A Anhanguera Educacional informa que, ao contrário do que foi divulgado, não foi condenada pela Justiça em face da Ação Civil Pública ajuizada pelo Ministério Público Federal. A decisão judicial se trata de uma antecipação de tutela, ou seja, uma decisão provisória sobre o processo corrente.

A Anhanguera vai recorrer da decisão, uma vez que oferece, por intermédio de suas entidades mantidas, incluindo a Universidade Anhanguera-Uniderp nos pólos de ensino a distância, cursos de ensino superior na modalidade presencial e à distância devidamente autorizados e/ou reconhecidos pelo Ministério da Educação (MEC), sem qualquer irregularidade. Além disso, a instituição garante ao público em geral o fornecimento de informações adequadas sobre todos os seus cursos e instituições de ensino que integram este grupo educacional.

É importante esclarecer que nenhum aluno será prejudicado por essa decisão e qualquer informação específica pode ser obtida diretamente na secretaria da unidade ou através do serviço de atendimento ao cliente, pelo telefone 0800 941 4444. A Anhanguera se dispõe a prestar qualquer esclarecimento sobre este caso para seus alunos e para a comunidade em geral.

Por fim, a Anhanguera Educacional reafirma seu compromisso de oferecer ensino superior de qualidade de forma eficiente para seus estudantes, em respeito à Lei e às determinações das autoridades reguladoras do setor educacional brasileiro.

Leia mais: http://www.plugadosnews.com.br/geral/5663-anhanguera-educacional-divulga-nota-oficial-sobre-processo-que-enfrenta-na-justica-federal.html#ixzz0iRbjVqON
Fonte: Portal Plugados News

Leia mais: http://www.plugadosnews.com.br/geral/5663-anhanguera-educacional-divulga-nota-oficial-sobre-processo-que-enfrenta-na-justica-federal.html#ixzz0iRbbWJsR
Fonte: Portal Plugados News

Pouco mais de 20 acadêmicos de vários cursos da Uniderp/Anhanguera fizeram um protesto contra o descaso que a instituição está tratando os acadêmicos. As reclamações vão desde constrangimentos ilegais, como cobranças indevidas, suspensão de entrada de alunos e burocracia na resolução de problemas.

Os estudantes reivindicavam melhorias na Central de Atendimento, onde o tempo mínimo de espera gira em torno de uma hora, melhoria no sistema que gere as informações individuais dos acadêmicos e o polemico problema com as catracas de acesso.

Um dos organizadores do ato, o acadêmico do sexto período de Direito, Matheus Almeida disse a reportagem do jornal Midiamax que várias vezes foi barrado na catraca da universidade, mesmo estando matriculado e com os pagamento das mensalidades em dia. Por várias vezes ele foi até a central de atendimento, mas não dava resultados, foi então que ele se reuniu com outros estudantes que estavam passando pelo mesmo problema e marcaram o ato.

“Fazia duas semanas que começaram as aulas, sempre fui paciente e esperava o cara passar o cartão dele ou liberar a entrada depois que todos entram, mas perdi a paciência. O cara (porteiro) me barrou e ligou pra central e eles não atenderam. Fiquei muito bravo, fui direto na central de atendimento falar com a responsável e falei que era o último dia que eu tinha perdido meu tempo na entrada e que era pra eles resolverem esse problema logo, se não, eu ia pular a catraca”, conta o acadêmico.

De acordo com Matheus, o problema é recorrente não apenas com ele e sim com vários alunos da instituição. “Esses alunos que estão se sentindo prejudicados e por isso marcamos para hoje, uma manifestação pedindo melhor atendimento e soluções para os problemas enfrentados pelos alunos.

Após a manifestação um grupo de acadêmicos foi convidado para se reunir com a vice-reitora. A administração da instituição solicitou todas as reclamações dos acadêmicos em uma lista que ficou de ser protocolada pelos acadêmicos nesta sexta-feira e o prazo para resolução dos problemas centrais, como sistema acadêmico e o atendimento na central de relacionamento da universidade seria de um mês.

Outros Casos

O acadêmico do curso de engenharia da computação, Gabriel Carneiro Novaes, que já apresentou a monografia e cursa apenas duas matérias que estão pendentes, reclama que tem sido impedido constantemente de assistir as aulas.

Gabriel relatou a reportagem do Midiamax que no último dia 7 de agosto foi à universidade realizar o requerimento de retorno ao curso de engenharia da computação para fazer as matérias que ele ainda deve e teve que esperar na fila quase três horas para ser atendido.

Mesmo tendo dado a entrada no processo de matrícula nas disciplinas pendentes, o nome dele não foi lançado como matriculado e todos os dias ele tem que pegar uma permissão de visitante para poder assistir as aulas.

Após alguns dias, Gabriel retornou a entrar em contato com a central de atendimento da instituição, que informou pelo telefone que não havia nenhum protocolo ou pedido e solicitou que ele comparecesse novamente à central, onde ele realizou novamente o requerimento de matricula nas disciplinas.

Segunda-feira, o estudante foi mais uma vez barrado nos portões da instituição, sem um cartão provisório de entrada, ele foi novamente à recepção onde a atendente impediu o acesso à sala de aula, alegando que ele não era visitante e não estava matriculado para entrar na universidade.

Nervoso e com um tom mais agressivo o estudante exigiu a presença da coordenadora do curso para tentar resolver o problema. Ele foi junto de uma funcionária da coordenação do curso até central de atendimento, mas a responsável pelo setor não se encontrava.

Restrição de crédito ilegal

De acordo com Gabriel, no dia 18 de agosto ele foi tentar realizar um empréstimo no Banco do Brasil, e foi surpreendido com uma dívida junto a Uniderp/Anhanguera, que teria colocado o nome dele no Serasa.

O estudante foi até universidade, esperou quase duas horas para ser atendido na central de atendimento. Ao explicar o caso da negativação de crédito junto ao Serasa, ele argumentou que nunca teve problemas de crédito junto à instituição, tanto é, que cursou todos os anos sem nenhuma restrição. No entanto, a atendente reforçou que ele tinha uma dívida com a universidade R$ 598 desde o ano de 2006. Após nova consulta, a atendente reconheceu o erro e disse que iria solicitar a baixa do nome dele no sistema de proteção ao crédito. A ação foi registrada segundo o estudante com protocolo número 1080619.

Gabriel contou a reportagem do Midiamax, que depois desta peripécia toda, tentando solucionar o problema, se sente arrependido de ter estudado na instituição. “Depois que Anhanguera comprou a Uniderp, tudo piorou, salas cheias, mau atendimento, incompetência e por ai vai. E hoje? tenho aula, como será? Hoje não sei. O que mais me deixa triste, é saber que me formarei pela Anhanguera, e que tenho que pagar até 2015 o financiamento estudantil (FIES) – Fianancimento público da Caixa Econômica Federal para estudantes cursarem o ensino superior em instituições privadas – “, lamenta o estudante.

A Unaes, outra instituição de ensino superior da Capital, que também pertence ao grupo Anhanguera foi condenada este ano a pagar R$ 5 mil para uma aluna por danos morais, ação que foi movida ainda na antiga adminstração da instituição, antes da entrada do Anhanguera.

A estudante estava no 2º semestre em 2006 quando, por forças maiores deixou de pagar três mensalidades. Ela entrou em negociação com a universidade para evitar prejuízos com rescisão do contrato e restrição de seu nome em órgãos de crédito.

Após fazer a negociação a aluna tentou parcelar um pacote turístico em uma agência, mas foi informada de que o seu nome estava inscrito no SPC (Serviço de Proteção ao Crédito).

O desembargador, Paschoal Carmello Leandro manteve a decisão de 1ª instância, considerando como prática de ato ilícito da Unaes e que a instituição de ensino deveria compensar a aluna que foi lesada. Paschoal entendeu “que a indenização arbitrada em primeira instância é suficiente para compensar o sofrimento suportado pela autora, motivo pelo qual deve ser mantida no mesmo patamar”.

Uniderp

Por meio da assessoria de imprensa, a Uniderp Anhanguera informou que os problemas estão sendo solucionados. Os estudantes que estão regularmente matriculados, mas estão com cartões com defeitos devem procurar a central de atendimento e solicitar um cartão provisório para frequentar às aulas até a troca dos cartões de entrada danificados.

Ainda de acordo com a instituição, no final do semestre passado foi avisado por meio de cartazes e emails que os cartões de entrada que apresentassem defeitos deveriam ser trocados por um provisório na central de atendimento.

Já o caso do Guilherme, a assessoria de imprensa informou que ele ainda não está matriculado porque ele solicitou a reabertura de matrícula, processo onde o currículo dele deveria passar por uma avaliação para que posteiormente ele pudesse freqüentar as aulas, e por isso houve a demora na liberação do contrato de matrícula que ficou pronto hoje.

O primeiro dia de aulas na Uniderp/Anhanguera, em Campo Grande, é marcado pela reclamação de alunos que não conseguem frequentar as aulas.

A sala de atendimento aos universitários está lotada e a fila alcança o pátio da Universidade.

Os motivos para as reclamações são distintos, mas a maioria envolve a confirmação de matrículas.

A situação de Marlene Loureiro de Almeida, 57 anos, é uma das que mais chama a atenção. Ela conta que renegociou, com cheques pré-datados, os valores de mensalidades atrasadas do curso de Direito, e teve a confirmação de que poderia começar o semestre normalmente.

Hoje, porém, foi impedida de entrar na universidade. Ao buscar informações, descobriu que os pagamentos não foram concretizados, porque os cheques dados, 11 no total, foram extraviados.

Para Henrique Gomes de Assis Junior, o problema foi diferente. Bolsista do Prouni (Programa Universidade para Todos), ele diz que fez a matrícula de Direito no meio do ano passado, mas como não havia turma em que pudesse se encaixar, foi orientado a aguardar o início de 2010, quando o valor pago anteriormente teria validade. Mas não foi o que ocorreu.

Segundo o estudante, sua matrícula não aparece no sistema. Ele conta que já foi pelo menos quatro vezes na instituição, levou comprovante de pagamento e ainda assim não foi autorizado a fazer o curso.

Outro estudante que foi à Uniderp/Anhanguera para tentar resolver sua situação é Rafael Carvalho Terenci, de 23 anos. Só que para ele, o problema não está em entrar para as aulas da Uniderp e sim conseguir se desligar da instituição.

Ele diz que há um mês tenta concretizar a transferência para outra universidade, mas não consegue, por conta de problemas relacionados à documentação necessária.

Na fila de estudantes que buscam resolver problemas, uma reclamação geral é sobre a indefinição da instituição.

Todos os entrevistados revelam que a Anhanguera pede para aguardar um posicionamento, mas não se manifesta e enquanto isso estão perdendo aulas e com a vida indefinida.

Campo Grande News tentou contato com a assessoria de imprensa da Universidade, mas os telefones não atendem.

Trânsito – Sem as obras concluídas, após a abertura de uma cratera na avenida ceará, outro motivo de transtorno na manhã de hoje foi o trânsito no acesso lateral, única alternativa para chegar à universidade.

Segundo o prefeito Nelsinho Trad, em entrevista na manhã de hoje, a obra esta atrasada e não há novo prazo para conclusão por causa da instabilidade do tempo. “Precisamso de dois dias sem chuva para entrar com tudo e retomar a obra”, justifica.

Fonte: http://www.campogrande.news.com.br/canais/view/?canal=8&id=283217

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